Quem Somos
Associação Regional dos Criadores de Caprinos e Ovinos dos Açores
Unindo Criadores, Construindo o Futuro!
Associação Regional dos Criadores de Caprinos e Ovinos dos Açores
Unindo Criadores, Construindo o Futuro!
Fundada em 25 de janeiro de 1986, a ARCOA, NIPC 512 020 540, é uma associação privada sem fins lucrativos, com sede em Lugar de São José, São Pedro 9580-330, Vila do Porto, na ilha de Santa Maria. Somos constituídos por pessoas singulares e coletivas que desenvolvem ou exercem atividades ligadas à ovinicultura, caprinicultura e outros pequenos ruminantes nos Açores.
A Nossa Missão e Objetivos
O nosso propósito central é o desenvolvimento da criação de ovinos e caprinos nos seus aspetos científicos, técnicos e económicos, assegurando sempre a defesa dos interesses dos nossos Associados. Para cumprir esta missão, a ARCOA compromete-se a:
Representação: Atuar como porta-voz dos associados perante entidades oficiais e particulares;
Promoção e Conhecimento: Dinamizar o setor através de palestras, cursos, congressos e outras iniciativas técnico-científicas;
Informação de Mercado: Manter os produtores informados sobre preços e tendências nos mercados nacional e internacional;
Eventos: Organizar feiras, exposições, leilões e concursos que valorizem a produção regional;
Apoio Técnico: Colaborar com organismos oficiais em ensaios de adaptação de raças e manter um cadastro atualizado das explorações.
Na ARCOA, trabalhamos diariamente para unir os criadores e construir um futuro sustentável e valorizado para a pecuária dos Açores
(Texto elaborado com recurso a IA)
A produção de carne de ovino e borrego nos Açores assenta, maioritariamente, em sistemas de criação extensivos, diretamente dependentes dos recursos naturais disponíveis em cada ilha. Este modelo produtivo distingue-se dos sistemas intensivos utilizados em muitas outras regiões, onde a alimentação animal depende em maior escala de rações compostas e matérias-primas externas à exploração.
Nos Açores, os ovinos são tradicionalmente criados em pastoreio ao ar livre, alimentando-se de pastagens naturais e forragens produzidas localmente. Este tipo de regime alimentar tem influência direta na composição nutricional e nas características sensoriais da carne obtida.
No âmbito da valorização dos produtos agroalimentares regionais, destaca-se que a carne de borrego produzida nos Açores integra atualmente o universo de produtos certificados pela Marca Açores, um selo que garante a sua origem regional, os métodos de produção locais e o cumprimento de critérios específicos de qualidade. Esta certificação permite ao consumidor identificar, de forma clara e informada, o borrego açoriano enquanto produto diferenciado, diretamente associado ao território e aos sistemas de produção extensivos característicos da Região Autónoma dos Açores, reforçando a sua autenticidade e distinção face a outras carnes de ovino disponíveis no mercado nacional e europeu.
Do ponto de vista científico, a carne proveniente de animais criados em regime de pastoreio apresenta, tendencialmente:
Perfis lipídicos mais equilibrados;
Maior presença de ácidos gordos polinsaturados;
Melhor relação entre ácidos gordos ómega-6 e ómega-3;
Presença de compostos antioxidantes naturais associados à alimentação em pastagens.
Estas características refletem-se também nos atributos organoléticos da carne, nomeadamente na sua textura, suculência, cor e perfil de sabor, que resultam diretamente do sistema de produção adotado.
Comparativamente a outras carnes produzidas localmente, como a carne de bovino, a carne de ovino e borrego apresenta diferenças naturais ao nível da composição nutricional, nomeadamente no teor e tipo de gordura, bem como no perfil proteico, constituindo uma alternativa alimentar com características próprias no contexto de uma dieta diversificada e equilibrada.
Por outro lado, quando comparada com carne de ovino proveniente de sistemas de produção mais intensivos fora da Região, a carne de borrego dos Açores evidencia diferenças associadas ao modo de criação, à alimentação e à idade de abate dos animais, fatores que influenciam a qualidade final do produto.
Ao optar pela aquisição de carne de ovino ou de borrego produzida e comercializada no próprio mercado da ilha ou no espaço regional dos Açores, o consumidor está igualmente a contribuir para a redução da pegada de carbono associada ao transporte alimentar. O consumo de produção local permite encurtar cadeias logísticas e evitar deslocações de longa distância por via marítima ou aérea, habitualmente necessárias à importação de carne proveniente de outros mercados, promovendo assim um modelo alimentar mais sustentável do ponto de vista ambiental.
Importa ainda referir que os sistemas extensivos baseados em pastagens permanentes contribuem para:
A manutenção da fertilidade dos solos;
A preservação da paisagem agrícola;
A promoção da biodiversidade;
O sequestro de carbono atmosférico pelas pastagens.
Deste modo, a produção de carne de ovino e borrego nos Açores integra-se num modelo agrícola que alia tradição, conhecimento técnico e gestão sustentável dos recursos naturais.
Conhecer a origem e o modo de produção dos alimentos permite ao consumidor fazer escolhas mais informadas, valorizando produtos que refletem as especificidades dos territórios onde são produzidos.
Importa igualmente referir que a produção de carne de pequenos ruminantes nos Açores integra também a carne de caprinos, criada em sistemas extensivos semelhantes, baseados no pastoreio e na utilização de recursos forrageiros locais. Tal como no caso dos ovinos, este modo de produção influencia positivamente as características nutricionais e sensoriais da carne de caprino, reconhecida pelo seu menor teor de gordura e elevado valor proteico, constituindo uma alternativa diferenciada e complementar no contexto da produção regional de carne.
(Texto elaborado com recurso a IA)
A ARCOA – Associação Regional de Criadores de Ovinos dos Açores é a entidade responsável pela Queijaria Ilha de Santa Maria, um projeto que nasceu da visão de valorizar a ovinicultura regional e criar um produto diferenciador no panorama açoriano.
Foi a partir do Queijo de Ovelha Curado que a concessão da Queijaria deu os seus primeiros passos. Um queijo que representa inovação dentro da tradição, produzido com leite de ovelha proveniente de explorações dos associados locais, respeitando elevados padrões de qualidade e segurança alimentar.
Num arquipélago com forte tradição na produção de queijo, a Queijaria Ilha de Santa Maria afirma-se pela diferença: aposta no leite de ovelha como elemento distintivo, reforçando a identidade da ilha e contribuindo para a diversificação e valorização da produção regional.
Através deste projeto, a ARCOA cumpre a sua missão de apoiar os produtores e associados, promover a sustentabilidade da fileira e acrescentar valor ao leite produzido na Região Autónoma dos Açores.
🔗 Conheça a Queijaria Ilha de Santa Maria:
Site oficial da Queijaria
(Texto elaborado com recurso a IA)